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Educação brasileira: a saída é a miscigenação

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No início da década de 90 houve uma enxurrada de “filhos da classe média” inundando a rede municipal de São Paulo. Foi durante o governo Erundina, quando Paulo Freire e Mario Sergio Cortella dividiram a Secretaria da Educação. Mas essa adesão nada teve a ver com motivos ideológicos, a grande massa nem sabia (como até hoje não sabe) quem é Paulo Freire... O motivo dessa avalanche de novas matrículas foi a súbita melhora da qualidade do ensino, já no final do primeiro ano da gestão. Sei do que estou falando, pois meus três filhos foram alfabetizados nessa época, uma herança que lhes valeu durante toda a vida escolar.
Mas tudo o que é bom dura pouco... Na eleição municipal seguinte entrou Paulo Maluf e tratou de destruir praticamente tudo na rede, desde a qualidade até à participação da comunidade na gestão escolar.
Assim, de lá para cá e até os dias de hoje, a situação da escola pública em São Paulo, seja municipal ou estadual, não pode ser considerada nada além do que... ruim.  Ao mesmo …