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Mostrando postagens de Fevereiro, 2006

Rodízio de alunos em São Paulo!

Abra o link EducaFórum - os textos e leia a matéria publicada no jornal Agora São Paulo dia 20/02, sobre a EE Soldado Eder Bernardes dos Santos, no Itaim Paulista, onde os alunos estudam em dias alternados, para compartilhar o uso das salas de aula. A escola está literalmente caindo aos pedaços, não tem qualquer proteção e as salas de aula são invadidas por qualquer um, até por cachorro. Os pais de alunos chamaram a imprensa na escola, mas pediram para não serem identificados. Por que será?!... (Apenas porque seus filhos não têm outra opção a não ser estudar naquela escola, onde serão perseguidos se for descoberto que seus pais denunciaram essa vergonha.)

Sr. Chalita, essa é para o senhor, pois sua "Ouvidoria" está completamente surda.Que tal dar um passeio até a Zona Leste e conferir o estado dessa e das outras escolas da região? Leve a imprensa junto, não se esqueça que é candidato!
O mesmo passeio vale também para o Ministério Público, cadê o MP?...
Alô Conselho Tutelar que …

Avaliação do professor pelo aluno

Veja a sugestão apresentada por Mauro Alves da Silva na Assembléia Popular, TV da Ass. Legislativa de São Paulo, em 22/02 www.geocities.com/coepdeolho/notaprof.htm. A avaliação do professor pelo aluno é proposta em dez itens, como assiduidade, conhecimento, respeito, motivação etc. Além de inverter a situação em que somente o aluno é objeto de avaliação dentro da escola, a proposta mostra aspectos importantíssimos da educação, que vai muito, mas muito além de "despejar" conteúdo na cabeça do pobre aluno (ou na lousa), como costuma acontecer. A "prova dos nove" na avaliação do professor poderá ser esta: o bom professor não teme a avaliação do aluno. Por sua vez, as secretarias e diretorias da educação terão um instrumento para avaliar a aula de cada professor, o que representa uma inovação absoluta na rede pública de ensino, onde poderá ser finalmente dado um salto de qualidade, desde que o professor inadequado seja "recuperado" ou até substituído. Avaliaç…

Castigo físico na escola? Nunca mais!

Estou convicta da justeza de se trabalhar pela abolição, no Brasil, de todas as formas de castigos físicos e humilhantes contra as crianças, como já fizeram alguns dos países mais civilizados do mundo.

Dep. Maria do Rosário, RS
Texto extraído do Jornal Recomeço www.plinc.com.br/recomeco

A Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 2654/03, que proíbe qualquer forma de castigo físico em crianças e adolescentes. De acordo com o texto, apresentado pela deputada Maria do Rosário, RS, a violência corporal contra crianças ou adolescentes sujeitará o infrator a medidas punitivas. Enquanto a lei tem coibido a violência praticada contra adultos, a violência contra crianças tem sido admitida, disfarçada de "recurso pedagógico". O castigo físico como forma de educação será completamente repudiado pela legislação.

Mais uma lei que demorou três anos para finalmente ser aprovada! Como sabemos, lei no Brasil não garante nada, por outro lado temos que acreditar que um dia essa situação mudar…

Espaço para opinar

Recebi no Orkut essa comunicação e repasso aqui porque acho importante todos os espaços onde possamos fazer ouvir nossa voz:
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Presidência da RepúblicaNúcleo de Assuntos Estratégicos
Brasília-DF, 30 de janeiro de 2006
Exmo(a). Senhor(a),

Assunto: MELHORIA DA QUALIDADE DA EDUCAÇÃO BÁSICA NO BRASIL

O Núcleo de Assuntos Estratégicos da Presidência da República - NAE - e o Ministério da Educação, por meio do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira - INEP, vêm, através desta, informá-lo e pedir seu apoio para um projeto conjunto, de grande envergadura, que trata da "MELHORIA DA QUALIDADE DA EDUCAÇÃO BÁSICA NO BRASIL".
O Núcleo de Assuntos Estratégicos - NAE/PR - é um órgão essencial da Presidência da República e tem por finalidade assessorar o Presidente em temas estratégicos de longo prazo, trabalhando com projetos de Nação independente de anseio político-partidário.
O Instituto Nacional de Estudo…

Ensino médio para varredor de rua?

Essa carta foi publicada no Jornal Zero Hora/RS

Não pude inscrever-me para o concurso público municipal de serviços gerais, pois não tinha segundo grau. Pergunto se é engraçado ou desgraçado o país em que se exige segundo grau para um varredor de rua e não se exige o primeiro grau para ser presidente.

Não queremos entrar no mérito da questão, se é justo ou não ter um presidente sem ensino médio, mas como fica a exclusão do cidadão acima? Aliás, qual é mesmo a percentagem de alunos que não conseguem terminar o ensino médio, seja por expulsão, seja por serem obrigados a entrar no mercado de trabalho, para não passar fome?... Uma das coisas simples que já reivindicamos é o lanche para o aluno trabalhador, que sai correndo do serviço e às vezes toma um ônibus para chegar a tempo na escola à noite, mas esse benefício nunca foi concedido. Minto! Na gestão da Erundina na Prefeitura de São Paulo chegou a ter JANTAR para o aluno trabalhador. E todo mundo sabe o que aconteceu depois que o Maluf e…

Onde estuda o filho do professor?

Veja essa que saiu no Estadão em 31 de janeiro: uma pesquisa realizada pela FGV a pedido da Federação Nacional das Escolas Particulares (FENEP) mostra que a grande maioria dos professores que atuam na rede pública já têm nível superior, como a lei exige. No ensino médio, em todo o País, os professores da rede pública formados na universidade são 89,8%, enquanto os professores da rede particular são 91,3%. No Estado de São Paulo, há mais professores da rede pública com nível superior do que na rede privada! A proporção é de 97% para 94,4%, respectivamente. A formação na universidade não garante a qualidade do ensino do professor, mas com base nesta notícia seria interessante que o Inep fizesse uma pesquisa oficial para constatar outros pontos em comum ou em desacordo entre a rede pública e a particular. Afinal, é o mesmo professor que dá aula nas duas redes? Onde estudam os filhos desse professor? O que já sabemos é que na escola pública ele pode faltar à vontade e na particular não, s…