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Mostrando postagens de 2005

PAZ! PAZ! PAZ!

Balanço do ano

O Brasil viveu mais um ano de descaso pela educação, em que as escolas públicas continuaram tendo uma média de 20% de aulas vagas, as aulas dadas continuam ruins, a avaliação e a recuperação continuada dos alunos não são feitas na maioria das escolas, a reposição de aulas é uma farsa que todos os alunos e pais de alunos conhecem bem. A violência nas escolas continua grande, mas finalmente a mídia começou a abordar o aspecto tabu, ou seja, a violência que o aluno sofre dentro da própria escola, como conseqüência de um sistema perverso que privilegia o professor e o profissional da educação, até hoje vistos como vítimas. Mais uma vez o Brasil vivenciou uma greve de 90 dias na educação, que prejudicou milhares de alunos. O ponto positivo é a atitude tomada pelos pais de alunos do Colégio Pedro II no Rio de Janeiro, com a campanha A EDUCAÇÃO É ESSENCIAL E NÃO PODE PARAR. Acrescentamos: E PRECISA MELHORAR!
Parabéns para esses pais e que outros grupos consigam se unir com a mesma firmeza e d…

ETE Zona Sul exclui população carente

A rede Paula Souza de Ensino Técnico está inaugurando em São Paulo a ETE Zona Sul, no Jardim São Luiz, periferia de Santo Amaro. Os paulistanos sabem como essa região é carente e a iniciativa em si é louvável: construir uma escola que vai oferecer cursos profissionalizantes à população local. O problema é que, mesmo numa região tão carente, o vestibulinho da Paula Souza abocanha dos candidatos um mínimo de R$ 26,00, além de ser muito concorrido. Conclusão: mais uma vez a Paula Souza mostra ser uma rede de exclusão, além da “reestruturação” do ensino técnico sofrida anos atrás, quando milhares de alunos foram excluídos, alunos que poderiam hoje estar formados e trabalhando pelo desenvolvimento do País.

Fazemos então um apelo aos interessados para que SE UNAM E PEÇAM ISENÇÃO da taxa do vestibulinho, pois será uma vergonha excluir novamente alunos carentes. A data de inscrição ao vestibulinho para os cursos de Eletrônica e Administração vai até o dia 22/12. Locais para inscrição: Subprefe…

Do Rio de Janeiro para o Brasil

Como já informamos em novembro, pais do Colégio Pedro II, no Rio de Janeiro, cansados de uma greve que durou 90 dias, estão coletando assinaturas para encaminhar a Brasília um Projeto de Lei que torna a educação ESSENCIAL neste País (se você é aluno ou pai de aluno de escolas públicas, já está careca de saber que ela NÃO É essencial...). Se esse projeto for aprovado, toda greve na Educação será considerada ilegal, no Brasil inteiro! Esperamos que os pais de todo o País entendam a importância de um projeto como esse, principalmente por ser uma iniciativa da própria comunidade. É claro que alguns tentarão acusar esses pais de "manipuladores" ou "candidatos a cargos políticos", isso sempre acontece, são manobras comuns para tentar abortar medidas que realmente podem modificar o status quo. Pais do Colégio Pedro II, PARABÉNS novamente, tanto pela iniciativa, quanto pelas passeatas que pudemos acompanhar através da mídia. Esperamos que muitos outros pais, de outras esco…

Mongaguá: perseguição continua

Enviamos nova mensagem à Ouvidoria da Educação do Estado de São Paulo sobre o caso Mongaguá. Os vários "capitulos" desta triste história estão arquivados nos meses passados, a partir de agosto. Esperamos que os alunos da escola sejam finalmente ouvidos e que seja feita justiça.

Senhor Ouvidor,
Acabamos de receber nova mensagem da mãe de Mongaguá, Sra. Cássia A. Dalcim Marques, que desde o dia 13 de novembro está aguardando uma resposta sua sobre o caso que já lhe informamos em agosto. Veja trechos do que ela escreveu:

É com tristeza que volto a escrever, até agora o Sr. Ouvidor não retornou nada, e meu filho continua sendo perseguido na escola. Somos chamados ao Conselho Tutelar por bobagens e por coisas que a escola cobra ilegalmente, como o uniforme (sim, paramos no conselho tutelar por conta de uniforme!). A supervisora também está envolvida, houve um epsódio na sala de meu filho em que ela entrou para falar alguma coisa e na saída alguns alunos assoviaram, ela retornou e qu…

A expulsão é legal?

Recebemos a seguinte mensagem de Manaus e a respondemos no comentário. Dê também sua opinião!
Sou ex-Conselheiro Tutelar e hoje trabalho como consultor de projetos sociais na Prefeitura. No entanto, estou sempre envolvido com o problema de atitudes arbitrárias em escolas públicas onde alunos são expulsos ou suspensos sem qualquer critério legal. Por este motivo gostaria de estar recebendo informações mais detalhadas sobre a legalidade desse procedimento adotado pelas escolas. Até que ponto a escola teria poderes para expulsar alunos, ou trata-se de um ato totalmente ilegal? Favor encaminhar informações jurídicas sobre o caso.

E o "maior" infrator?!

É com profunda tristeza e indignação que registramos mais uma rebelião na Febem, "ainda de causa desconhecida". A causa todos sabemos: é a teimosia do Governo Estadual em manter essa aberração que, em outros países, já teria provocado a queda do governador há vários anos, pois durante os últimos três mandatos a Febem tornou-se uma vergonha internacional. A desculpa dada é sempre a mesma: "os municípios opõem resistência à implantação de unidades em sua jurisdição". Desculpa esfarrapada e absurda, pois o Estatuto da Criança e do Adolescente é muito claro: a internação, quando necessária, deve ser feita em unidades pequenas, no município de origem de cada garoto, para que ele possa receber o apoio da família e de sua própria comunidade. Só assim será possível a recuperação desses adolescentes. Será que o governo precisa pedir aos municípios o "favor" de aceitarem o cumprimento da lei?... Ou está esperando para "lançar" as novas unidades em época …

Cavalo? É a mãe!

Giulia Pierro

O maior problema do ensino público no Brasil não é a política educacional, não é a falta de proposta pedagógica, nem mesmo a má qualidade do ensino. Pior que tudo isso é a falta de respeito ao aluno. Este é um assunto tabu, envolto em quilômetros e quilômetros de panos quentes, durante toda a extensão do território nacional. Não se fala disso, não se reconhece, nem sequer se admite...
Já começa lá em cima, ao fechar as torneiras e desviar as verbas da educação para outras áreas. Mas é mesmo dentro da escola que ocorrem os casos mais freqüentes de abuso, ora devido ao despreparo de professores e profissionais, outras vezes ao corporativismo que determina a lei do silêncio.
A defesa do professor e do profissional de ensino está sempre na ponta da língua: foi provocação do aluno! O professor estaria apenas revidando e ele próprio seria a grande vítima do sistema educacional... Vamos então inverter nossa escala de valores, revogar o Estatuto da Criança e do Adolescente e dar as…

O Rio de Janeiro está na frente!

Recebemos mensagem de pais do Colégio Pedro II, no Rio de Janeiro, empenhados numa luta que deve ser de todos nós: cansados de uma greve que já dura 73 dias e está colocando em risco o ano letivo de seus filhos, os pais elaboraram um Projeto de Lei a ser encaminhado ao Congresso Nacional, para que a educação seja finalmente inserida na lista de ATIVIDADES ESSENCIAIS neste País. Dessa forma, a educação não poderá mais parar, no Brasil inteiro! Aqui em São Paulo também já tivemos a greve "dos 84 dias" e muitas outras que mostram o óbvio: educação só é prioridade na fala hipócrita e eleitoreira dos pólíticos. Os pais do Colégio Pedro II estão promovendo passeatas e recolhendo assinaturas em eventos como jogos de futebol e pela Internet. As adesões devem ser feitas no site http://petitiononline.com/alunado/petition.html. O texto é em inglês, mas não se assuste: respire fundo e participe, pois uma iniciativa desse porte é de interesse de todos os brasileiros preocupados com o fut…

O exemplo de Itajubá

Leiam a seguir mais uma mensagem da mãe de Itajubá, mostrando que a luta vale a pena. Que esse exemplo isolado e corajoso possa ajudar muitos pais a vencerem a humilhação e o cansaço, na reivindicação do direito de seus filhos a uma educação de qualidade e - principalmente - ao respeito que merecem por parte de todos os profissionais do ensino.

Gente, como é cansativo nadar contra a maré! A maré é deixar como está para ver como é que fica; é se satisfazer com a mediocridade; é arranjar sempre mil coisas a fazer que impedem de tirar alguns minutos para saber das autoridades se estão tomando providências ou não, e por aí vai!
Este desabafo é a maneira que arranjei para compartilhar a luta com vocês. Porque infelizmente nós, brasileiros, cultivamos a cultura do homem cordial: reclamar, para quê? Não vai dar em nada mesmo. A gente se ajeita...
Na luta pelo direito de minha filha ser tratada com dignidade em classe, tomei contato com muitos pais que discordavam, sim, da postura da professora…

Entrevista polêmica!

A nossa amiga Cristina Valero (leia sua denúncia arquivada no mês de junho) nos indicou a leitura de entrevista com o economista Gustavo Ioschpe, publicada na revista IstoÉ. Trata-se de uma visão de como a política educacional brasileira privilegia a elite e prejudica o resto da população, a ponto de comprometer o desenvolvimento de todo o País, que está "perdendo o bonde da história". Todo ano, milhões de jovens não conseguem completar o ensino básico, enquanto os filhos da classe média alta recebem um carro de presente ao passarem no vestibular das universidades públicas, como reconhecimento da família pela economia durante os anos de faculdade... Esta seria, de acordo com o entrevistado, a maior prova da desigualdade promovida pelo sistema educacional. Algumas colocações do entrevistado são bastante polêmicas e convidam à reflexão. Confira a entrevista no site da IstoÉ www.terra.com.br/istoe/ edição nº 1877, de 05/10. O título é EDUCAÇÃO E DESIGUALDADE.

Mãe de Mongaguá escreve ao Ouvidor

Cópia da carta para a Ouvidoria a nós enviada pela mãe de Mongaguá __________________________________________________________________________
Senhor OUVIDOR,
Salmon Elias Campos da Silva

Lamento que apenas hoje tive a oportunidade de responder ao senhor pela falta de oportunidade que me deram de direito de explicitar o que estamos passando.
Se vocês quisessem realmente ouvir e resolver, teriam ouvido os alunos que tanto tem a reclamar.
Acho que poderia ser muito melhor o relacionamento entre Direção/professores/alunos a policia esta constantemente nesta escola e não por causa de meu filho não, tenho certeza que os jovens estão revoltados por estarem sendo tratados como estão e vocês que poderiam resolver o problema se calam em seus escritórios mantidos pela própria comunidade, sem a mínima preocupação em solucionar problemas reais.
E lógico que a escola fará de tudo para encobrir toda esta situação, sou responsável e jamais iria me expor sem ter a certeza do que denunciei.
Eu sim estou compr…

Caso Mongaguá: Veja a resposta da Ouvidoria

A resposta que recebemos da ouvidoria da educação do Estado de São Paulo à denúncia da mãe de Mongaguá mostra que nada foi apurado.
Aparentemente, foi apenas solicitado um relatório à diretoria de ensino, sendo que ninguém entrou em contato com a mãe, nem mesmo deu qualquer resposta à denúncia protocolada em julho.
Com base no relato da supervisão, sem ouvir os pais do aluno nem ninguém da comunidade da EE Profª Aracy da Silva Freitas, a ouvidoria concluiu que a denúncia não procede.
Será que a ouvidoria ouve de um lado só?...
Confira a mensagem da ouvidoria (nos comentários desta mensagem) e a resposta que enviamos hoje.
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Prof. Salmon Elias Campos da Silva
Ouvidor da Educação do Estado de São Paulo

Sr. Ouvidor,

Foi com muita decepção que recebemos sua resposta de 23/09, referente à denúncia de mãe de escola pública de Mongaguá, reproduzida em nosso blog. Ainda aguardamos alguns dias, na esperança de que a mãe recebesse algum …

Mãe de Itajubá foi à luta!

Recebemos uma nova mensagem da Mãe de Itajubá, com boas novidades sobre sua luta para defender a filha de uma professora desequilibrada.
Muito boa sorte, Mãe de Itajubá! O Brasil inteiro está acompanhando e torcendo por você.
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"Finalmente a professora de minha filha foi afastada da sala de aula para que o Ministério Público apure as denúncias.
Acredito que a pressão da imprensa e os contatos com a Procuradoria Federal que meu advogado fez ajudaram para que ele tomasse esta atitude. Ainda não posso comemorar vitória total porque a apuração apenas começou e não sei onde vai dar, mas que estou mais leve por não levar minha filha todos os dias para a convivência com aquela desequilibrada, isto é inegável.
O advogado ainda estuda a possibilidade de entrar com ação por danos morais. Outros casos têm aparecido relacionados à mesma pessoa e precisam ser apurados. São provas de treze anos atrás, de maus-tratos conta alunos feitos por es…

Os "surdores"

Recebemos essa mensagem de nossa companheira de luta Gloria Reis
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Se juntar as denúncias de escola daria um bom roteiro para um filme de terror. E o que mais nos indigna é constatar a passividade da sociedade e principalmente das autoridades responsáveis. Os ouvidores funcionam mais como "surdores" pois fazem ouvidos de mercador a todas as denúncias, o Ministério Público, que seria o órgão mais responsável para agilizar e levar a termo esses "crimes", está demorando para assumir o seu papel.
Enfim, vamos nós em frente, porque este país conta mesmo é a com a força dos cidadãos conscientes e que não praticam o crime da omissão. Parabéns, meninas, pelo trabalho frente a esta denúncia de Mongagua. Morro de pena do aluno, imagino o que ele está passando, mas são os mártires que terão de dar seu sangue para a grande causa da mudança na educação.
Abraços a todos.
Glória - Leopoldina - MG

Uma escola "de faroeste" em Mongaguá!

O EducaFórum tem procurado apoiar uma mãe de Mongaguá, cujo filho está sofrendo perseguição já há alguns anos.
Professores e diretores da escola já tentaram de tudo para expulsar o aluno, mas os pais resistem e merecem nosso aplauso, pois nós, também pais de alunos de escolas públicas, sabemos como édifícil enfrentar o corporativismo da classe "docente", quando resolve utilizar meios ilegais e imorais para livrar-se de alunos inteligentes e conscientes de seus direitos. Infelizmente, todos os meios que utilizamos não surtiram efeito, a perseguição continua e os pais desse aluno têm precisado apelar para a Procuradoria da Infância e Juventude para defender seu filho.
Esperamos que esta providência surta finalmente algum efeito, pois o documento que o EducaFórum entregou na Ouvidoria da Educação em SãoPaulo, em 17 de agosto, não recebeu qualquer tipo de atenção. O Ouvidor, Sr.Salmon Elias Campos da Silva, disse que mandaria apurar os fatos e tomaria providências, mas até agora…

Aluna de 12 anos denuncia: "DESRESPEITO AOS ALUNOS"

From: p.....@yahoo.com.br
To: educaforum@webamigos.net
Sábado, 3 de Setembro de 2005 - 10:03:29
Nome: P... Escola: EE L... Idade: 12 Grau: Básico Serie: 6ª Estado: SP
Assunto: DESRESPEITO AOS ALUNOS
Mensagem: Deixo aqui a denúcia do está acontecendo na minha escola, sei que não é fácil lidar com crianças e adolescentes, mas ocorreu comigo um fato onde o coordenador de alunos gritou pra mim o seguinte:se eu era idiota,surda ou besta,porque ele me chamou e eu não escutei pois faço parte da fanfarra da escola e no momento ela estava tocando, minha mãe reuniu os alunos que viram ele fazer isso e foi na direção da escola, não foi tomada nenhuma providência , então a minha mãe fez a queixa na delegacia de ensino respónsável pela escola. Mas mesmo assim gosto da minha escola e de vários professores que lá dão aula.

Tem gente que quer expulsar o aluno!

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Mensagens dos internautas
As seguintes informações foram enviadas por: A...
Quarta, 7 de setembro de 2005 às 13:41:10
Nome: A...
email: b... @bol.com.br
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Mensagem: Gostaria de saber oque pode ser feito a um aluno que serve de mal exemplo para os outros, tendo em vista que já foi solicitado visita e aconselhamento do conselho tutelar entre outras atitudes que não deram certo. O aluno desacata os fúncionários. Por se tratar de escola´pública, gostaria de saber se há como expulsar esse aluno.

Sem uniforme? Fora da sala de aula!

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Mensagens dos internautasAs seguintes informações foram enviadas por: mãe do Paraná Sábado, 6 de agosto de 2005 às 14:33:31-Nome: mãe do Paranáemail: g.....@yahoo.com.br___________________________________________________________________________Mensagem: Meu filho foi colocado para fora da sala de aula por falta da calça escolar. Isto nao e costume. Em ..., Paraná, Escola ... pela professora que vive dizendo que os alunos tem cerebro atrofiado. Esta professora é de Historia.
Chamei o conselho tutelar e este apenas telefonou para escola e o pessoal da escola acabou comigo e com meu filho. O conselho chamou o promotor de justiça este disse para o conselho nao me levar em consideraçao. Como fica? Até quando esta escola terá atitudes retrógradas, nao assume seus erros. Obrigaram meu filho na minha frente a colocar roupa ja usada e suja. Isso é expor a saude de outrem ao perigo. Nada disso foi apurado. Tudo acaba em pizza aqui e no planalto. Nao tem …

Expulsão de aluno agredido pelo professor

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As seguintes informações foram enviadas por: Nádia
Domingo, 14 de agosto de 2005 às 16:29:40
Nome: Nádia Andrade

Mensagem: Oi gostaria de saber se escolas publicas tem o direito de expulsar algum aluno, sendo que quem foi agredido foi um aluno pelo professor, e o professor ainda está dando aula mas querem expulsar o aluno que apenas empurrou o professor para se defender??? O que podemos fazer neste caso???Desde já agradeço...

Violência Psicológica em Escola Pública de Itajubá - MG

From: Mãe de Itajuba - MG*
to: Educafórum
Denúncia: violência psicológica em escola pública
Date: Thu, 1 Sep 2005 21:46:34 -0300 (ART)
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Caros amigos,
Os últimos dois dias foram atípicos. Ontem (31/08) ouvi de minha filha de 9 anos sobre os abusos infligidos pela professora em sala de aula. Nunca imaginaria ouvir isso de minha menina. Ainda naquela noite, procurei por outra criança de sua sala de aula e ouvi depoimento semelhante. Insone, coloquei tudo no papel e pesquisei na rede o sites que poderiam me ajudar. Encontrei vocês.
Solicito que leiam o anexo com o conteúdo da denúncia (publicada abaixo), que foi protocolada hoje junto ao Conselho Tutelar, Secretaria Municipal de Educação e Ministério Público. Gostaria de saber se há alguma ONG que poderia ajudar-nos, cobrando das autoridades soluções ou quais as probabilidades de sucesso se entrarmos com um ação de danos morais.
Como nossa cidade é pequena, temo que a professora seja advertida …

ABUSO MORAL NA ESCOLA E EXPULSÃO DE ALUNOS

OEducaFórumtem recebido cada vez mais denúncias de pais de alunos que sofreram agressões físicas e psicológicas dentro da escola, por parte de professores, diretores e funcionários da "educação". A mídia trata apenas do assunto "bullying", ou seja, os maus tratos praticados pelos próprios alunos contra outros colegas. É uma questão de modismo e também uma forma de disfarçar a gravidade do que acontece de fato dentro de muitas escolas públicas, ou seja, o abuso de autoridade por parte de adultos contratados para educar nossos filhos, mas que utilizam seu poder para destruir sua auto-estima. Este crime tem um nome e é passível de punição: trata-se de ABUSO MORAL, quando a agressão é apenas emocional. A agressão física é mais rara, por outro lado mais fácil de comprovar através de Boletim de Ocorrência. Mas não é isso que queremos: nem revide, nem vingança. O que queremos é conscientizar as autoridades da educação do absurdo de ignorar ou até negar denúncias claras, e…

Escola pública de Leopoldina expulsa aluno

Posto aqui denúncia feita por Gloria no blog http://leopoldina.zip.net/ pois o fato me deixou realmente indignada.
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Escola pública de Leopoldina expulsa aluno

"Os métodos usados para excluir os alunos pobres das escolas públicas fariam Maquiavel corar de vergonha" (Cremilda Teixeira)

O que aconteceu com o aluno L.W, de 12 anos, na Escola Municipal Osmar Lacerda França, é um exemplo típico de como a escola pública expulsa nossas crianças pobres. É da maneira mais sórdida possível: legalmente.
L.W. é uma criança lenta, e devido ao seu jeito de ser, anda também devagar. Devido a isso e outros fatores que acontecem com as crianças pobres (como não ter um despertador em casa, sair de casa sem café da manhã, não ter um adulto em casa pois saem para trabalhar) ele chegava atrasado na escola. A diretora não deixava entrar, mandava embora para a rua.
Entrei em contato com a diretora e expus várias razões pelas quai…

Cursinho pago

As seguintes informações foram enviadas por:ETSdS
Sábado, 11 de junho de 2005 às 09:38:40
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Mensagem:

Caros Colegas,
Ficaria extremamente grato caso me informassem se é legal a formação de cursinho de vestibular em escola pública, com cobrança de mensalidades e os ministrantes sendo da própria escola.Se é irregular, quais seriam as leis que determinam essa situação de irregularidade.
Cordialmente
Prof T

Aluno do CEFET-MG

Caros,

Sou aluno do CEFET-MG, uma escola federal, e no dia 02/06, se passou um episódio comigo e mais dois colegas de classe o qual gostaria de esclarecer. A próxima aula, de física, começaria às 10:40, sendo que o professor pode chegar com até 15 minutos de atraso, então eu e meus dois colegas fomos beber água. O bebedouro mais próximo da sala fica muito, mas muito longe mesmo e quando chegamos na sala era 10:48, estávamos 8 minutos atrasados. O professor então num ato autoritário, se recusou a nos dar lecionar. Nos expulsou da sala com veemência nos fazendo perder dois horários de aula. Ele não nos questionou a causa do atraso e, como se não bastasse, nos acusou de ter saído da sala sem nenhum motivo pertinente, apenas para conversar. Disse também que os alunos não podem sair de sala entre uma aula e outra, sendo que no início do ano letivo, uma das pedagogas responsáveis pela disciplina escolar disse a todos os alunos que não era obrigatória a permanência na sala de aula enquanto …

Educação Física - Professora Cristina Elizabeth Valero

Relatório e requerimento destinados à Secretaria da Educação do Estado de São Paulo

Aos cuidados da OUVIDORIA

RELATÓRIO


Eu, Cristina Elizabeth Valero, professora de Educação Física (PEB II), sob o registro do CREF4/SP:003977-G, RG: 18.841.574-9, residente e domiciliada a Av. José Belarmino, 1207 – Centro de Itápolis - SP, quero tornar de caráter público e notório o ocorrido a partir de 09 de março de 2005, quando da atribuição de aulas na Escola Estadual Júlio Ascânio Mallet, da cidade de Itápolis/SP, qual segue:
1º - Durante a atribuição foram-me atribuídas duas turmas (o 1.º E e o 3.º B) do Ensino Médio na Escola Estadual Prof. Valentim Gentil de Itápolis/SP em razão da substituição da licença prêmio do professor senhor “Ademir Portanti” – CREF4/SP: 010517-G ,efetivo da casa.
Ao questionar sobre o planejamento com a vice-diretora, a senhora Maria Ravagnani, recebi a orientação de que deveria entrar em contato com o professor das turmas, pois não havia planejamento, ação que não fiz por e…

EducaForum

Este é o novo modo de se comunicar com o EducaFórum.
EducaFórum e A Escola do Saber se unem em mais uma empreitada e esperam obter muitos resultados concretos nessa nova fase.
Aqui você pode postar as denúncias de irregularidades e dúvidas sobre o funcionamento da sua escola.
Nosso espaço promove a escola pública.
É apartidário e mantido por pais de alunos completamente independentes.
Aqui, você vai perceber que o ensino público de qualidade é possível e que só falta uma política educacional voltada para o aluno e para a comunidade